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Resenha: O farol

Gênero: Modernismo

Autor: Virginia Woolf 

​Eu, particularmente, nunca tinha me deparado com uma obra impressionista na literatura e devo confessar que, apesar de ter sido uma experiência difícil a primeiro momento, foi algo encantador e único.

​A maneira como a história é contada acaba por nos fazer sentir, entender e adentrar cada um dos personagens, principalmente porque a maior parte do livro não é descrita através de ações ou diálogos, mas através das sensações únicas de cada um dos presentes no livro. Foi maravilhosa a experiência de ler uma trama toda através da visão de cada um dos presentes na narrativa onde, em determinados momentos, os pensamentos se mesclam, convergem e então divergem novamente para dar continuidade à diferenciação da personalidade que é o foco da mudança subjetiva na narrativa.

Ainda que o estilo de narrativa sem descrições de ações possa parecer um pouco cansativo, no começo, o que pode não agradar a todos por ser um estilo muito particular, aos poucos somos transferidos para dentro da cabeça de cada personagem ali presente e, à medida que a narrativa acontece, conseguimos nos mesclar em cada um deles, sentindo os seus anseios, desejos e angústias, fazendo com que nos tornemos cada um deles e que todos sejam refletidos em nossos pensamentos.

A narrativa é dividida em 3 tempos. A primeira parte, que toma a maior parte do livro, se passa em apenas 4 horas que acontecem antes do jantar e durante ele. É nessa parte que entramos em contato com cada um deles e que entendemos a maneira de serem e o que pensam cada um sobre os demais. É nessa parte também que começamos a entender que o Farol não é apenas uma construção no horizonte, mas um significado diferente para cada um. Na segunda parte, a menor das 3, Virginia usa toda a sua maestria literária para misturar sensações e descrições para passar os anos e nos informar dos acontecimentos durante esse tempo para, na terceira e última parte, nos lançar dentro de mais alguns dos personagens novamente e entender as mudanças que o passar do tempo acarretou em cada um.

Para quem tiver paciência de ler uma história onde os acontecimentos, as ações e os diálogos não são o mais importante, mas os pensamentos, sensações e a visão dos personagens, recomendo fortemente esta obra prima que nos mostra que é possível sim uma história baseada no subjetivismo e na introversão descritiva. Garanto a todos que, por mais que nossos estilos de leitura ou escrita não sejam assim, Ao Farol irá ajudar a conhecer mais sobre este fantástico estilo e a nos fazer pensar melhor e mais profundamente como aqueles que criamos em nossas obras.

Vitor H. M. Luiz

Crítica do filme: Escritores da liberdade

Diretor: Richard LaGravenese

Gênero: Comédia dramática 

Por hoje, eu fugirei um pouco a regra. Essa resenha não é, de fato, uma resenha de algum livro que li, ou de algum autor que nos enviou seu trabalho para transcrevermos nossas impressões ou meras opiniões. Essa resenha é de um filme, que espero que faça com você a mesma coisa que ele fez comigo.
Existe alguns filmes, assim como livros, capazes de nos emocionar, e não apenas durante seu ápice ou até subirem as letras finais, sinalizando o fim de uma história. Entretanto, alguns poucos nos marcam de alguma forma inexplicável, que transmitem uma energia tão poderosa que nos faz sentir algo que nem ao menos sabemos definir o que. “Escritores da Liberdade” é um destes filmes.

Normalmente, não tenho a habitualidade de ver filmes, apenas se a sinopse me chamar a atenção, o que devo dizer que não foi o caso. Na verdade, o que me chamou a atenção foi um vídeo que vi no YouTube, uma pequena parte do filme, mas que por algum motivo, fixou em minha cabeça e ao ver a capa deste no Netflix, fui obrigado por mim mesmo a ver sua obra completa.

Tal como qualquer fato verídico, o filme se inicia com um personagem principal esperançoso em seu primeiro dia de trabalho. Srta. Erin Gruwell – carinhosamente chamada por seus alunos de Srta.G – é uma professora iniciante, que inicia seus trabalho em uma escola durante a época da integração racial nos Estados Unidos, onde diversas raças são alocadas para uma escola em comum.

O problema não seria tão grande se o racismo e o preconceito, em especial naquela época, não fossem tão fortes. Vista como uma representante dos “brancos”, ela luta para conquistar a sala, composta não apenas de negros, mas de asiáticos e latino-americanos, que a desprezam e desrespeitam.

O filme no total possui pouco mais de duas horas, mas consegue passar incríveis valores, não apenas pessoais, mas importantes lições históricas, nos dando uma pequena brecha para relembrar o quão ruim pode ser a natureza humana quando não se compreendem. Passando do holocausto para a poesia, e livros como o Diário de Anne Frank e um outro sobre gangue (o qual não me recordo o nome no momento), ela nos passa uma poderosa lição sobre o que realmente importa em nossa.

Acreditar, mover montanhas para conquistar seus objetivos e, principalmente, ser o melhor de si para si mesmo. Algumas lições que com o passar do tempo, não perdem o seu brilho e nem a razão para guiar o seu futuro.

Com uma atuação sensacional de Hilary Swank, você acaba imergindo na história, sentindo suas dificuldades e suas pretensões, mal sentindo o tempo passar. Dirigido por Richard LaGravenese, atinge a mensagem que deseja passar, talvez não sendo o melhor ou o maior do filme do ano de produção – 2007.

De alguma forma, mesmo sendo um filme não muito comentado, este se tornou um divisor de águas para mim, mesmo que eu não possa compreender exatamente o por que. Espero que, assim como eu, esse filme transmita uma poderosa energia, que possa mudar sua mente, assim como mudou a minha…

André Parolin

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Resenha: Pantera

Gênero: Adulto

Autora: Paulinha R. Cardoso Bruno

Devo dizer, antes de qualquer coisa, que este que vos escreve nunca havia lido nenhuma história como esta. Não que seja uma história icônica que perdurará através das gerações, como O Senhor dos Anéis do eterno Tolkien ou Harry Potter, da mestra J.K. Rowling, mas por ser um romance levemente peculiar, se comparado com todos os poucos romances que já li.

Paula R. Cardoso Bruno nos traz como personagem principal a Pantera, ou melhor, Sabrina, uma mulher de personalidade forte e que luta diariamente contra o preconceito e o machismo de uma classe dominada essencialmente pelos homens. Funcionária de uma oficina mecânica, tem como sonho ter a sua própria, fruto do seu amor pelos motores em cada trabalho realizado.

Sua vida vira de cabeça para baixo quando conhece pessoalmente um amigo de anos de internet, o que traz inúmeras sensações nunca antes experimentadas pela personagem e, infelizmente (ou talvez felizmente?), por este que vos escreve também.

Através de uma escrita direta e simples, este livro é de fácil leitura, tanto que nem se percebe passar o tempo – talvez, as cenas de soft porn ajudem bem nesse quesito, pois não trazem à tona descrições desnecessárias, deixando grande parte do trabalho para a imaginação do leitor.

Ao terminar o livro, fiquei simplesmente olhando para a tela do meu celular, segurando-me para não gritar a frase mais divertida de todo o livro, em meio a um ônibus lotado…

Agora, pelo menos aqui, posso “gritar” sem ser tido como um louco, ou coisa pior… Se quiser se juntar a mim, leia, divirta-se e, quando um dia nos encontrarmos, talvez possamos nos juntar e gritar: 

PAAAANTERAAAAAA!!!
Para comprar o livro acesse aqui

Resenha: Djinns

Gênero: Suspense/terror

Autor: Rissa Rodrigues

Sabe aquele livro que logo nas primeiras páginas tira o nosso fôlego e nos traz um frio na espinha? Quem já leu sabe do que estou falando e, quem ainda não leu, saiba que estou falando de “Djinns”.
Este livro, cujo nome é baseado em uma das lendas escondidas pelas areias do deserto do Saara, foi escrito por Rissa Rodrigues ao ser instigada a descobrir mais deste mundo de lendas, fato este que a levou a construir esta obra. Os djinns são criaturas malignas que caminham pelo deserto (geralmente se escondem na região central do deserto) procurando por viajantes e aventureiros que se perdem nas dunas áridas e deles se alimentam para manter viva e forte sua existência.
Além de nos envolver em alguns momentos de romance e amizade, esta história nos faz o tempo todo imaginar qual seria a razão que teria levado a personagem principal para tal destino, tão isolado. Teria sido seu irmão gêmeo? Uma promessa feita a alguém? Apenas curiosidade? Qual mistério nossa viajante estaria escondendo de todos? Qual a verdade por detrás dos seus assombrosos pesadelos?
De fato, o livro nos surpreende a todo o momento com suas figuras surreais e com suas palavras bem colocadas, as quais nos levam a imaginar cada cena dentro do livro, cada qual com seu ambiente áspero, misterioso e hostil. “Djinns” não só nos mostra os terrores desconhecidos do deserto, mas também nos recorda que podemos ter, dentro de nós mesmos, terrores internos nos assombrando.
Esta é uma verdadeira viagem para quem gosta de se transportar para outro universo, viver uma nova aventura e conhecer um pouco mais sobre outra cultura.
Com uma linguagem de fácil compreensão, esta é uma daquelas obras que te prende à leitura de tal maneira que nem percebemos a chegada da última linha.
Se vocês, meus amigos, começarem a ler, não vão querer parar até terminar com um gostinho de quero mais!

Nível de terror: 7 morcegos

Bia Biela

Para ler a história entre em contato com a autora pelo e-mail: rodrigues.larissa91@gmail.com

Resenha: Ecos da noite

Gênero: suspense/terror

Autor: Vitor H. M. Luiz

 

“Em primeiro lugar, caro leitor, desculpe-me por estar maldição. Por muito tempo tentei ignorar o fato de que este livro devesse ser escritor, mas logo percebi (assim como você perceberá) que é impossível desvencilhar-se dos mundos que criamos quando estes dominam nossos pensamentos…”

ecos da noiteComo separar o real do imaginário? Em Ecos da Noite isso se torna cada vez mais difícil a cada capítulo. O autor Vitor Hugo apresenta um terror que causa repulsa, não usando a palavra aqui como algo ruim, mas como algo bom, algo de arrepiar os cabelos e te fazer olhar para trás sentindo aquele arrepio percorrer sua espinha com o sopro sobrenatural na sua nuca.

O personagem principal não tem um nome, nenhum deles tem, você pode dar o nome que quiser enquanto lê a história, talvez isso faça você projetar quem gostaria de estar no lugar deles, um inimigo talvez? Alguém que você quer que sofra as consequências que o personagem do autor está sofrendo?

Uma narrativa carregada de sensações, que te fazem quase enfartar quando o coração do personagem começa a doer no peito dele por estar com medo. Os poucos capítulos deixam a desejar apenas por querer ler mais quando acaba. Mas, mesmo assim, a história está na medida certa, do começo ao fim. As descrições são precisas e sem exageros, um alimento para a imaginação.

O autor apresentou um desafio, escrevendo uma história dentro da história, uma narração que te faz ver dois ângulos: o do personagem principal e do medo que assombra a casa, ambos coexistindo como duas formas vivas, uma querendo matar a outra, uma tentando sobreviver a outra. E quem será que vence no final? Quem sobrevive nessa narração?

Com um final que te surpreende, o cenário é apenas o interior da mente do personagem se projetando em sua casa. Cabe a você decidir o que será real ou não. Se no final tudo o que aconteceu durante a narração foi verdadeira ou apenas uma loucura.

Não dá para saber sem ler até o final.

Demorei para ler porque o autor demorou para publicar, mas se tivesse chego às minhas mãos já completo teria lido em um dia, pois a história está bem feita, bem escrita e não vai te deixar largá-la antes de terminar.

Quantidade de corvos que dei para essa história: 9

Rissa Rodrigues

Para ler a história clique aqui: Wattpad

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